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Thursday, September 3, 2015

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MERCADO FINANCEIRO Minimize

 

 

 
Química ambiental Minimize

Com base nos números de 2007 e 2008, a Química Ambiental começa mais um ano com 35% de crescimento em área de plantio e 60% nas vendas. Um dos mais importantes motivos para este crescimento e resultado de toda a reestruturação que a Empresa passou nos últimos 3 anos para enquadramento de qualidade em Produção e Logística e, com os investimentos previstos para os próximos 5 anos, acreditamos manter este trajetória de crescimento. Uma parte importante destes investimentos será destinada ao Departamento de Logística, que hoje conta com uma frota própria e funcionários certificados. Com o início de exploração de uma nova área de Pinus adquirida nos últimos 8 meses, vamos dar um salto em produção.

 
 
                                                                                                   Departamento Comercial
                                                                                                                 (11)  5667-3156
                                                                                                                     quimicaambiental@quimicaambiental.com.br
produtos Minimize

  A Química Ambiental é uma empresa que fabrica e distribui diversas matérias-primas, dentre suas variedades de produtos, destaca-se o Breu (Colofônia), com uma terceirização mensal em torno de mil toneladas; produção esta que é efetuada em duas fabricas na região da Rodovia Castelo Branco, interior de São Paulo.

 Dispõe também de plantio e arrendamento de resina, matéria-prima que é usada na fabricação do mesmo, que nos beneficia a sempre estar com preços e condições neste mercado altamente competitivo.

Um outro produto que a Química Ambiental também comercializa em grande escala é a Glicerina Branca Bi Destilada, que é distribuída e fabricada em torno de trezentas toneladas ao mês, em diversas embalagens e a granel.

 

Recolhendo resina no tronco de Pinus

Tanque com pasta de breu

 

aquecimento global - O que o Brasil tem feito? Minimize

Satélites do Brasil ajudarão a monitorar mudança climática

 As agências espaciais dos Estados Unidos, do Brasil e de outros países aceitaram ceder sua nova geração de satélites para ajudar no monitoramento da mudança climática, disse nota divulgada na noite de quinta-feira (17) pela Organização Meteorológica Mundial (OMM, um órgão da ONU).

A decisão foi tomada por autoridades de primeiro escalão das agências espaciais, durante conferência organizada nesta semana pela OMM em Nova Orleans.

"Os esforços de alta tecnologia para melhor entender o aquecimento global foram fortalecidos depois que as agências espaciais e meteorológicas do mundo deram seu apoio a uma estratégia da OMM para o uso reforçado de satélites para monitorar a mudança climática e o clima", disse a nota.

O objetivo é que satélites lançados nos próximos 20 anos registrem constantemente parâmetros como nível dos mares e concentração de gases do efeito estufa na atmosfera.

Dirigentes da Nasa, da Agência Espacial Européia e das agências espaciais do Brasil, Japão, China e Índia participaram do evento de dois dias em Nova Orleans.

"Todas as agências que participaram deram apoio (à nova estratégia)", disse Paul Garwood, porta-voz da OMM.

Jerome Lafeuille, diretor da divisão de observações espaciais da OMM, afirmou que o monitoramento da mudança climática exige medições prolongadas e contínuas, e que os satélites são essenciais para isso por revelarem mudanças no quadro global dos oceanos e da atmosfera.

Pelo menos 16 satélites geoestacionários e de baixa órbita atualmente fornecem dados operacionais sobre o clima do planeta, como parte do sistema global de observações da OMM. (Estadão Online)

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by Química Ambiental